Ao longo dos anos, deixei de ser a magoada, ultrajada, "ó vida...", para correr atrás da felicidade. Hoje, após alguns ganhos e muitas perdas, posso garantir que o "orgulho ferido", aquele em cujo nome despejamos nossas insatisfações, não nos permite ver que uma dor não é única quando ela não vem da morte. Uma mágoa é sempre dividida, em partes iguais, pois existe sempre um ferido e um magoado.
Nem todos somos vilões nem mocinhos, todos nós carregamos uma gama de sentimentos e dependendo do momento são colocados a prova e em situações iguais, muitas vezes as reações são diferentes. E por que motivo??? Talvez porque as reações dependem mais do humor e do momento do que realmente do quantitativo de sua importância.
Todos nós somos possuidos de máscaras que vão sendo mostradas nas diferentes situações que a vida nos impõe. Um namorado coloca a máscara do amante perfeito, do futuro marido e pai ideal, quando muitas vezes ele quer uma aventura e no seu dia a dia é o oposto disso que demonstra. Assim também se comportam algumas mulheres.
Quando não colocamos nossos sentimentos reais na relação, ocorre a mágoa. Quando o outro não nos corresponde com o que ele nos sinalizou, sentimo-nos traídos e ficamos magoados. Ora, para todo ésperto tem sempre um otário de plantão.
Então acredito que devemos sempre rever os pontos da mágoa e não perder tempo alimentando-a, pois ela nos corrói por dentro e nos priva de momentos muito felizes e agradáveis ao lado até de nossos algozes magoadores.
Vale sempre tirar a máscara do outro e ve-lo como ele é e não como queremos que ele seja, e se possível, mostrar a nossa real máscara para não sermos feridos com facilidade, magoados constantemente e consequentemente sofrermos e perdemos tempo com isso.
SORRIA... SEJA FELIZ... Deixe o bicho papão nas historinhas infantis, pois lá ele só assusta enquanto o livro esta aberto.
terça-feira, 20 de abril de 2010
O QUE É DIREITO, O QUE É ABUSO
Costumo dizer que o teu direito termina quando começa o meu, mas infelizmente a proximidade, a convivência e principalmente a amizade tem por consequência a invasão desse limite, quando não colocado pelo amigo.
O amigo é aquele que está sempre ali, te dá o apoio, carinho, confiança, parceria e muitas vezes até abre as portas da casa dele para que vocë se sinta mais a vontade. Mas ai vem o que seria esse "sintir-se mais a vontade". Talvez algumas pessoas pequem pela liberdade excessiva e se comporte na casa do amigo, como ele não se comporta na dele e muito menos aceitaria que outros fizessem em sua casa.
Imaginem você chegando na casa de um amigo e abrindo a geladeira, o freezer, escolhendo o que quer comer, o que tem para você "beliscar", abrindo potes e refrigerantes e fazendo a festa. Agora imaginem um amigo fazendo isso em sua casa. Será que a tolerância seria a mesma?
Gosto que as pessoas se sintam bem em minha casa, mas não aceito abusos. Não gosto mesmo, porque a amizade resiste a quase tudo, menos a traição e a invasão. Porque quando começa o abuso, acabam-se todos os limites e o bom senso e ai os problemas que devam advêm.
Hoje resolvi escrever sobre o abuso da amizade, porque tenho observado muito isso, inclusive comigo e, posso garantir que não é nada bom, porque vai o sentimento bom de estar sendo agradável e fica o sentimento de estar sendo explorado, abusado, aviltado e principalmente castrado no seu direito de dono do lar, do espaço.
Por isso galerinha, antes de pegar um amigo para "explorá-lo" em nome da amizade, pense se gostaria que esse mesmo amigo se comportasse de forma tão a vontade em sua casa, invadindo espaços e principalmente, os seus segredos caseiros.
O amigo é aquele que está sempre ali, te dá o apoio, carinho, confiança, parceria e muitas vezes até abre as portas da casa dele para que vocë se sinta mais a vontade. Mas ai vem o que seria esse "sintir-se mais a vontade". Talvez algumas pessoas pequem pela liberdade excessiva e se comporte na casa do amigo, como ele não se comporta na dele e muito menos aceitaria que outros fizessem em sua casa.
Imaginem você chegando na casa de um amigo e abrindo a geladeira, o freezer, escolhendo o que quer comer, o que tem para você "beliscar", abrindo potes e refrigerantes e fazendo a festa. Agora imaginem um amigo fazendo isso em sua casa. Será que a tolerância seria a mesma?
Gosto que as pessoas se sintam bem em minha casa, mas não aceito abusos. Não gosto mesmo, porque a amizade resiste a quase tudo, menos a traição e a invasão. Porque quando começa o abuso, acabam-se todos os limites e o bom senso e ai os problemas que devam advêm.
Hoje resolvi escrever sobre o abuso da amizade, porque tenho observado muito isso, inclusive comigo e, posso garantir que não é nada bom, porque vai o sentimento bom de estar sendo agradável e fica o sentimento de estar sendo explorado, abusado, aviltado e principalmente castrado no seu direito de dono do lar, do espaço.
Por isso galerinha, antes de pegar um amigo para "explorá-lo" em nome da amizade, pense se gostaria que esse mesmo amigo se comportasse de forma tão a vontade em sua casa, invadindo espaços e principalmente, os seus segredos caseiros.
sexta-feira, 16 de abril de 2010
EDUCAÇÃO1
Tenho observado ao longo do tempo que a palavra educação já ha muito tempo deixou de ser sinônimo de limite, ética, responsabilidade, respeito.
Ao longo dos tempos, como a mulher, antes educadora exclusiva dos filhos pois vivia encastelada em seu lar doce lar enquanto o homem ia atrás de suprimentos para o sustento da família, agora uma contribuinte nesse mesmo sustento, a educação foi sendo "terceirizada" para empregadas, avós, creches e escolas. Talvez esteja aí o grande erro materno/social, pois quando deixamos para outros o que nos cabe, estamos assinando um acordo oculto de aceitação.
Por outro lado as mães ao chegarem cansadas em suas residências, muitas vezes não tem a paciência e o tempo necessário para corrigir e talvez pela culpa da ausência, mesmo inconsciente, acaba cedendo aos encantos dos filhos.
Esse comportamento se refletiu em toda a sociedade. Hoje, estamos vivendo uma inversão dos valores que antes considerávamos vitais para uma sociedade participativa e amigável, onde alunos não respeitam os professores, colegas de trabalho usam de todas as armas possíveis e imagináveis para conquistar a vaga que pretende, mesmo que seja a do amigo.
Hoje vimos o descaso político com o nosso dinheiro público, sim, nosso, porque contribuimos através dos impostos, sejam eles descontados no pagamento mensal por horas e horas de trabalho, seja ele imbutido nos produtos que adquirimos. E isso tudo é falta de que? EDUCAÇÃO.
Confunde-se muito educação com instrução. É claro que ao adquirir uma você fatalmente se depara com a outra e consequentemente a sua falta resulta na pior consequência: o caos social que vivemos.
Por isso ainda acredito que o melhor caminha para nosso futuro, seja político, profissional e principalmente social como um todo, seja a educação, pois ela acarreta o respeito ao próximo, a sociedade, a natureza, a vida.
Vamos refletir sobre que tipo de educação estamos dando aos nossos filhos. Se essa educação nos será digna no futuro. E se teremos orgulho ou vergonha deste futuro.
Ao longo dos tempos, como a mulher, antes educadora exclusiva dos filhos pois vivia encastelada em seu lar doce lar enquanto o homem ia atrás de suprimentos para o sustento da família, agora uma contribuinte nesse mesmo sustento, a educação foi sendo "terceirizada" para empregadas, avós, creches e escolas. Talvez esteja aí o grande erro materno/social, pois quando deixamos para outros o que nos cabe, estamos assinando um acordo oculto de aceitação.
Por outro lado as mães ao chegarem cansadas em suas residências, muitas vezes não tem a paciência e o tempo necessário para corrigir e talvez pela culpa da ausência, mesmo inconsciente, acaba cedendo aos encantos dos filhos.
Esse comportamento se refletiu em toda a sociedade. Hoje, estamos vivendo uma inversão dos valores que antes considerávamos vitais para uma sociedade participativa e amigável, onde alunos não respeitam os professores, colegas de trabalho usam de todas as armas possíveis e imagináveis para conquistar a vaga que pretende, mesmo que seja a do amigo.
Hoje vimos o descaso político com o nosso dinheiro público, sim, nosso, porque contribuimos através dos impostos, sejam eles descontados no pagamento mensal por horas e horas de trabalho, seja ele imbutido nos produtos que adquirimos. E isso tudo é falta de que? EDUCAÇÃO.
Confunde-se muito educação com instrução. É claro que ao adquirir uma você fatalmente se depara com a outra e consequentemente a sua falta resulta na pior consequência: o caos social que vivemos.
Por isso ainda acredito que o melhor caminha para nosso futuro, seja político, profissional e principalmente social como um todo, seja a educação, pois ela acarreta o respeito ao próximo, a sociedade, a natureza, a vida.
Vamos refletir sobre que tipo de educação estamos dando aos nossos filhos. Se essa educação nos será digna no futuro. E se teremos orgulho ou vergonha deste futuro.
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